À noite a casa parecia normal. Bruno agia como se nada tivesse acontecido. Falava com a mãe sobre a faculdade, sobre uma prova, comia o jantar quieto. Eu respondia as perguntas da Márcia, sorria quando precisava, mas de vez em quando nossos olhares se cruzavam por cima da mesa. Ele sustentava. Eu sustentava. Era um olhar curto, pesado, o suficiente pra ela não notar e pra gente se entender. Ela falava do trabalho, do cliente chato, do cansaço. Não fazia a menor ideia do que tinha acontecido naquele sofá horas antes. Não fazia ideia que o filho dela tinha sido arrombado ali mesmo, com a cara no encosto, gemendo o nome do padrasto. Depois do jantar fomos pro quarto.
Márcia se deitou de lado, já de camisola, e me puxou. Eu transei com ela. Comi ela de frente, beijando o pescoço, metendo devagar enquanto ela gemia baixo no meu ouvido. Mas cada estocada eu imaginava o Bruno. Imaginava o cu apertado dele, a cara de puta, o jeito que ele engolia meu pau na boca sem reclamar. Me senti sujo. Sujo pra caralho. Gozei pensando nele, com a mulher embaixo de mim, e ainda assim o pau não amoleceu direito.
Ela tomou o remédio, apagou a luz e deitou de costas. Não demorou nem meia hora. O ronco leve e constante encheu o quarto. Eu fiquei deitado mais um tempo, o pau já duro de novo, latejando contra a cueca branca. Escutei. Confirmei que ela estava morta pro mundo. Levantei sem fazer barulho. O corredor estava escuro. A porta do Bruno estava entreaberta. Empurrei. Ele estava deitado de lado, só de cueca preta, o abajur baixo. Quando me viu, virou o rosto e fez aquela cara de puta. A mesma cara que tinha feito de tarde no sofá. A mesma que tinha feito quando engoliu meu pau inteiro.
— Eu ouvi minha mãe gemendo — ele falou baixo, a voz rouca. — Você não tem vergonha de comer a mãe e agora vir comer o filho?
Fiquei parado na porta, a mão descendo até o volume da cueca, apertando o pau já duro.
— Tava ouvindo era, seu puto?
Bruno se sentou na beira da cama, as pernas abertas, o volume marcado.
— Impossível não ouvir. Ela gemeu bastante. Agora já é minha vez?
Apertei o pau mais forte por cima do tecido. Dei um passo pra dentro do quarto e fechei a porta atrás de mim.
— Claro que sim. Se prepara pra levar vara.
Ele sorriu de canto, puxou a cueca pra baixo devagar e deitou de costas, abrindo as pernas. O pau dele já estava duro, a cabeça brilhando. O cu rosado piscou quando ele se abriu mais.
— Então vem. Eu já tô preparado.
Me aproximei da cama. Tirei a camisa. A cueca branca já estava manchada de pré-gozo. Puxei o elástico e o pau saltou, pesado, latejando. Bruno olhou, engoliu seco e abriu mais as pernas, a mão descendo até o próprio cu, abrindo com dois dedos.
— Vem meter, padrasto. Eu ouvi ela gemer… agora quero ouvir você gemer dentro de mim.
Parei ali, o pau na mão, olhando pro enteado deitado na cama, de pernas abertas, esperando. Márcia dormia no quarto ao lado. O remédio fazendo efeito. E eu já não tinha mais dúvida nenhuma do que ia fazer. Eu me aproximei da cama e parei bem na frente dele. Bruno se sentou na beira, abriu as pernas e olhou pro meu pau, já duro, a cabeça brilhando de pré-gozo. Sem falar nada, ele se inclinou, passou a língua pela cabeça e depois engoliu de uma vez. A boca dele desceu até o meio. Ele parou, respirou pelo nariz e tentou ir mais fundo. A garganta apertou. Ele engasgou, um som molhado e baixo, mas não tirou. Puxou o ar e enfiou de novo, o nariz quase encostando na minha barriga. Saliva escorreu pelo canto da boca dele, pingando no meu saco.
— Isso… engole, seu puto — eu falei baixo, segurando o cabelo dele.
Bruno tirou a boca só o suficiente pra falar, a voz já rouca e molhada:
— Padrasto… seu pau é grosso demais…
E voltou. Dessa vez foi até o fundo de verdade. A garganta dele fechou em volta da cabeça, ele engasgou forte, os olhos marejaram, mas continuou. Subiu e desceu, a língua trabalhando embaixo, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando no peito. Cada vez que ele ia fundo fazia aquele barulho de engasgo molhado, abafado, tentando não fazer muito barulho por causa da mãe no quarto ao lado. Eu puxei o cabelo dele e comecei a meter na boca. Devagar no começo, depois um pouco mais fundo. Bruno engasgava, babava, mas os olhos continuavam olhando pra cima, molhados, safados. A mão dele subiu e apertou minhas bolas enquanto a outra descia pro próprio cu, abrindo. Eu tirei o pau da boca dele. Um fio de saliva ligava a cabeça à língua dele. Bruno ficou ofegante, a boca aberta, o queixo brilhando.
— Deita de costas e abre as pernas.
Ele obedeceu na hora. Deitou, abriu bem as pernas e puxou os joelhos pra cima. O cu rosado ficou à mostra. Eu cuspi na mão, passei dois dedos e enfiei de uma vez. O cu dele apertou e depois abriu, quente, já mole de tanto levar. Meti os dedos fundo, curvei e massageei a próstata. Bruno arqueou as costas, mordeu o lábio e gemeu baixo.
— Padrasto… assim…
Eu continuei dedando, abrindo ele bem, o dedo do meio e o anelar entrando e saindo molhados. O pau dele balançava duro contra a barriga, pingando. Eu cuspi de novo no cu e enfi ei um terceiro dedo. Ele tremeu, a mão agarrando o lençol.
— Tá pronto?
— Tô… mete logo.
Tirei os dedos. O cu ficou aberto, piscando. Segurei o pau, ajeitei a cabeça no buraco e empurrei. Entrou devagar no começo, depois de uma vez só. O cu dele engoliu tudo até o saco. Bruno soltou um gemido abafado, as unhas cravando no lençol, as pernas tremendo. Eu comecei a meter. Devagar no começo, sentindo o aperto quente em volta do pau. Depois mais fundo. Cada estocada fazia o corpo dele tremer. Eu segurava as coxas dele abertas e metia até o fundo, as bolas batendo de leve. O barulho era baixo, molhado, só o suficiente pra gente ouvir. Bruno gemia no travesseiro, a voz rouca:
— Padrasto… mais fundo… seu pau tá me abrindo…
Eu acelerei. Meti mais forte, curto e seco, o cu dele fazendo barulho de ar toda vez que eu saía quase inteiro e entrava de novo. O suor começou a escorrer pelo meu peito. Eu me inclinei, beijei a boca aberta dele e continuei metendo, a língua na dele, o pau sumindo inteiro.
— Isso… come meu cu, padrasto… eu ouvi ela gemer… agora quero sentir você gozando dentro de mim.
Eu puxei as pernas dele pra cima, coloquei os tornozelos nos meus ombros e meti fundo. O ângulo ficou mais aberto. Cada estocada batia fundo. Bruno gemia mais alto, eu cobri a boca dele com a mão. Ele lambeu a palma da minha mão enquanto eu metia, os olhos revirando. Senti ele apertar. O pau dele pulsou sem eu tocar. Ele gozou, jatos quentes espirrando no peito e na barriga, o cu contraindo forte em volta do meu pau. O aperto me tirou o resto de controle. Eu enterrei até o saco, segurei as coxas dele com força e gozei dentro. Jatos longos, quentes, enchendo o cu dele enquanto eu gemia baixo contra a mão que tapava a boca dele, fiquei assim uns segundos, o pau ainda latejando, sentindo o gozo escorrer pelas laterais. Saí devagar. O buraco ficou aberto, rosado, pingando branco. Bruno ficou deitado, ofegante, as pernas ainda abertas, o peito subindo e descendo, a cara vermelha de tesão. Ele olhou pra mim, a voz completamente fodida, e falou baixo:
— Amanhã de novo… depois que ela apagar.
Eu limpei o pau na cueca dele, me vesti e saí do quarto sem dizer mais nada. Voltei pro lado da Márcia. Ela continuava dormindo, o ronco leve e constante. Eu deitei, o pau ainda sensível, o cheiro do Bruno nos dedos, e fiquei olhando o teto até o sono vir.
Dormi pesado. O tipo de sono que só vem depois de duas fodas intensas, o corpo ainda marcado, o pau sensível. Quando o despertador tocou, Márcia já tinha saído. Eu fiquei mais uns minutos deitado, e me forcei a levantar, no trabalho o celular não parou. Bruno mandou a primeira mensagem perto das dez: uma foto dele deitado na cama, só de cueca preta, o pau semi-duro marcando o tecido, a camiseta levantada até o peito. Embaixo: “pensando em você”. Respondi com uma foto minha no banheiro do escritório, o pau já duro na mão, a cabeça brilhando. Ele mandou outra: a mão abrindo a própria bunda, o cu à mostra, a legenda “quero isso hoje”.
— Que horas a mãe apaga? — perguntou.
— Umas dez, se ela tomar o remédio no horário.
— Não come ela hoje. Guarda o leite pra mim.
Eu ri baixo na mesa do escritório, o pau latejando dentro da calça.
— Safado.
— Quero dar pra você na cama. Com ela do lado.
Fiquei olhando a mensagem. O risco era absurdo. A cama do casal, a mãe dele dormindo a menos de um metro. Mas o pau pulsou só de imaginar. Respondi:
— Você é louco. É arriscado pra caralho.
— Eu sei. Mas você vai deixar eu entrar. Eu sei que vai.
Não respondi. Mas a ideia ficou martelando o resto do dia. Márcia realmente apagava quando tomava o remédio. O sono era pesado, quase de morte. E o risco… o risco me deixava duro só de pensar. À noite enrolei, disse que queria ver o jogo de futebol, Márcia sorriu, cansada, e falou que tudo bem. Tomou o remédio, deitou do lado dela da cama e pediu pra eu deixar a TV ligada. Perguntei se ela queria que eu fosse pra sala. Ela balançou a cabeça, os olhos já pesados.
— Fica aqui. Meu sono é pesado. Só não aumenta muito o volume.
Apaguei a luz do abajur e deixei só a TV. O jogo passou na minha frente sem eu ver. Meu pau começou a engrossar só de imaginar o Bruno entrando. Uma hora depois ela já roncava. A boca entreaberta, um fio de baba no canto do lábio. Catucuei o ombro dela. Nada. Catucuei de novo, mais forte. Ela só virou o rosto e continuou o ronco. Peguei o celular e mandei uma mensagem só:
— Vem.
Não demorou nem três minutos. A porta abriu devagar. Bruno entrou em silêncio. Eu olhei e o pau latejou tão forte que doeu. Ele estava de calcinha. A calcinha da mãe. Preta, de renda fina, justa demais na bunda dele, o pau marcado na frente, o tecido sumindo no meio das nádegas. O corpo de moleque, a cara de puta, os olhos brilhando no escuro da TV.
Fiz silêncio com o dedo na boca. Ele se aproximou da cama, do meu lado. Puxei ele pra um beijo. A língua dele entrou quente, urgente. A mão dele desceu e apertou meu pau por cima da cueca. Eu respondi o beijo sem gemer, o coração batendo tão alto que achei que Márcia ia ouvir. Bruno se ajoelhou no chão, entre a cama e a parede. Puxou minha cueca pra baixo. O pau saltou. Ele engoliu de uma vez, fundo, a garganta apertando. Eu mordi o lábio com força pra não soltar som nenhum. A adrenalina era absurda. A mãe dele dormindo a menos de um metro, roncando, e o filho chupando meu pau com fome, a calcinha dela no corpo dele. Ele chupou rápido, molhado, a saliva escorrendo. Eu segurei o cabelo dele e empurrei fundo uma vez. Ele engasgou baixo, os olhos marejados olhando pra cima. Não aguentei mais. Queria entrar nele. Queria ver aquela calcinha de lado enquanto metia.
Puxei ele pra cima. Virei de lado na cama, de frente pra ele. Márcia continuava de costas, o ronco constante. Puxei a calcinha pra lado, o tecido fino esticando. O cu dele já estava molhado, aberto. Ajeitei a cabeça do pau e enfiei devagar. Ele mordeu o próprio braço. O cu engoliu tudo, quente, apertado. Comecei a meter. Devagar no começo, curto, controlado. O corpo dele tremia. Eu olhava pra Márcia o tempo todo. O pau sumia e saía, o barulho molhado baixinho. Ela se mexeu, virou um pouco o rosto. Eu parei, o pau enterrado até o saco. O coração disparou. Bruno ficou imóvel, a respiração presa. Segundos passaram. Ela não acordou. O ronco voltou. Eu continuei. Mais fundo agora. Mais forte. O risco me deixava louco. O cu dele apertava a cada estocada. Eu segurava a cintura dele e metia, o suor escorrendo. Não quis arriscar mais na cama.
Puxei o pau pra fora. O cu ficou aberto, brilhando. Levantei, puxei Bruno pela mão e o coloquei de quatro na cadeira do canto do quarto, de costas pra mim, a calcinha ainda de lado. Tirei minha cueca e enfiei na boca dele, abafando qualquer gemido. Segurei o cabelo e enfiei de novo. Dessa vez sem controle. Meti com força, o corpo dele batendo na cadeira, o barulho abafado pela cueca na boca. A calcinha da mãe esticada na bunda dele, o tecido preto contra a pele. Eu olhava pra cama. Márcia continuava dormindo. O ronco misturado com o som molhado do meu pau entrando e saindo.
A adrenalina era demais. O medo, a tesão, o risco, tudo junto. Senti subir rápido. Enterrei até o fundo, segurei o quadril dele com força e gozei. Jatos longos, quentes, mais forte do que qualquer outra vez. Enchi o cu dele enquanto gemia baixo contra o ombro, a cueca ainda na boca dele abafando os sons. Bruno tremeu, o corpo contraindo, e gozou sem tocar, o gozo pingando no chão da cadeira. Fiquei enterrado uns segundos, ofegante, o coração disparado. Saí devagar. O gozo escorreu pela coxa dele, manchando a calcinha da mãe. Tirei a cueca da boca dele. Bruno ficou de quatro, tremendo, a voz rouca:
— Porra… isso foi loucura.
Eu olhei pra cama. Márcia nem tinha se mexido. O ronco continuava.
— Amanhã a gente faz de novo — ele sussurrou.
Eu não respondi. Só puxei a calcinha de volta no lugar, vendo o tecido molhado de porra, e voltei pra cama. Deitei do meu lado. O pau ainda latejando. A TV continuava ligada. E eu fiquei acordado, olhando o teto, sentindo o cheiro do Bruno na pele e o risco ainda correndo nas veias.
contosleao